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Suplementação para fertilidade, quando e porque utilizar.

  • Foto do escritor: Melissa Tasso
    Melissa Tasso
  • 6 de ago. de 2023
  • 2 min de leitura

Muitas vezes homens e mulheres que estão tentando engravidar podem apresentar deficiências nutricionais pontuais. Quando isso acontece, a suplementação, sob orientação nutricional, é um dos melhores caminhos, assim como possíveis ajustes na rotina alimentar.

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Muitos nutrientes tendem a diminuir com a idade, principalmente após os 30 anos, uma exemplo é a Coenzima Q10, um potente antioxidante que atua no disfunção mitocondrial do paciente com infertilidade, muito difícil de atingir os níveis ideais com a alimentação, sendo uma das suplementações com maiores resultados resultados em casos de infertilidade.

Inclusive, segundo estudo, a reposição desse composto pode aumentar as taxas de gravidez em mulheres inférteis submetidas à reprodução assistida, tanto no geral quanto em quadros de mÔ resposta ovariana, baixa reserva, endometriose e síndrome dos ovÔrios policísticos (SOP).

Outros fatores que levam a suplementação é a individualização bioquímica e metabólica dos pacientes. Muitos pacientes não sabem, mas podem apresentar polimorfismo (variações genéticas) que reduzem a digestão, absorção e metabolismo de nutrientes, fazendo com que a demanda ingerida pela alimentação não supra suas demandas diÔrias, resultados em carência nutricionais ocultas.

Outras interferências na absorção de nutrientes é a rotina e o ambiente externo que os paciente estÔ inserido, como por exemplo:

  • Agrotóxicos e poluentes que aumentam a produção de radicais livres, disfunção mitocondrial, inflamação crĆ“nica, danos ao DNA, resistĆŖncia Ć  insulina e aumento de disruptores endócrinos;

  • Excesso de metais pesados que inibem a absorção de minerais, impedem o funcionamento das enzimas, ativam genes inflamatórios e elevam a produção de radicais livres;

  • Poluição do ar e cigarro que acentua as disfunƧƵes mitocondriais, o envelhecimento ovariano, fragmentação do DNA espermĆ”ticos, depletam minerais, vitaminas e antioxidantes importantes para a fertilidade e acentuam mutaƧƵes genĆ©ticas;

  • Aumento do estresse oxidativo por poluentes, tóxicas, metabólicos endógenos, aumento dos radicais livres e danos celulares;

  • Uso de medicamentos que reduzem a absorção de vitaminas e minerais;

  • DoenƧas de base que necessitam de uma alta demanda de nutrientes para seu manejo (ex; endometriose, fragmentação do DNA, SOP e etc);

  • Predisposição genĆ©tica para maior expressĆ£o/ produção de citocinas inflamatórias;

  • Alergias e hipersensibilidade alimentares, medicamentosas, respiratórias e/ou doenƧas autoimunes que promovem a liberação de mediadores inflamatórios levando a destruição celular, em especial no ovĆ”rio, órgĆ£o da mulher com maior nĆŗmero de cĆ©lulas no corpo.

  • A disbiose intestinal Ć© um desequilĆ­brio da flora bacteriana do intestino, que diminui a capacidade de absorção dos nutrientes, ocasionando carĆŖncia de vitaminas. Tal desarmonia Ć© causada pela redução do nĆŗmero de bactĆ©rias boas do intestino e aumento daquelas que podem proporcionar doenƧas.

Vale ressaltar também que não existe uma fórmula mÔgica ou uma "receita de bolo" para todas as tentantes, eu individualismo para entender a necessidade de cada uma através dos exames bioquímicos, questionÔrios de rastreamento metabólico, risco de disbiose, anÔlise de sinais e sintomas de carências nutricionais, doenças pré existentes relacionadas ou não com fertilidade, nível de estresse, uso de medicamentos, relatórios de anamnese e uma boa e longa consulta para traçarmos metas e objetivos a curto, médio e longo prazo, afinal o processo de nutrição na fertilidade é só o começo de uma nova jornada da futura mamãe.

Saiba mais sobre os pacotes de acompanhamento nutricional para tentantes e vamos juntas rumo ao positivo.

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